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Prive Contos Eróticos – A Cor da Felicidade – Meu Primeiro Negro

Sempre fui viciado em sexo, e adora sair pelas ruas dando gostoso para os garotos, me descobri com um primo meu, e desde a primeira transa nunca mais larguei de dar meu cuzinho, e a cada dia ficava mais experiente na cama.

Assim o menino que curtia sair com outros meninos não tinha medo de se desafiar, e no auge dos meus 18 anos eu ficava com homens que nunca imaginei ficar, de corpos, peles e olhar fixo, era cada garoto que fazia de mim uma puta assumida na cama, namorei poucos, mais somente escolhi homens de beleza admirada.

Porem a curtição parecia ficar enjoativo, e eu começava a curtir algo mais sério, mais nesta altura achar garotos, ou homens que curtiria um namoro de verdade era algo quase complexo; mas eu continuava a usar o corpo deles, e alias que corpos. Rsrrsrs

Minha preferencia sexual sempre foi homens novos,

de corpo bacana e branquinho, nunca tinha ficado com negões e tal, e confesso que não era a minha praia, nunca me imaginei nessa situação, e não por preconceito, mais sim por preferencia.

Um dia desses estava na casa de uma amiga minha, ela me apresentou pra um rapaz, muito simpático e bonito, não dei muita bola a situação, apenas reparei a beleza de seu corpo, nossa era um negro com corpo admirável, ela, minha amiga me dizia que ele era amigo do irmão dela.

Por si nunca fui àquele gay de dar pinta e ficar com viadagem, sempre usei roupas não muito chamativa e nunca tive a fala afetada igual a muito por ai.

Era simpático e curtia amizades, seja com homens ou mulheres, quando me refiro a sexo sempre aprendi a separar a amizade ao desejo, nunca fiquei com amigos meus e jamais me deixei levar por uma noite de prazer, a amizade em primeiro lugar.

Mais voltando aquele rapaz negro, de belo corpo e simpático ficou por minutos na nossa roda, batemos um papo legal até o irmão de a minha amiga chegar, ele parecia de boa, em si fiquei até tarde na casa desta amiga, logo indo pra casa afinal tinha um encontro com um rapaz naquela noite.

Tive uma noite prazerosa, um loirinho de corpo bacana e uma rola deliciosa; fiz um sexo no carro e curti muito beijar aquilo somente, era um destes moleques que curtia a vida, tudo muito gostoso, mais era aquele momento e somente, ate eu ir pra casa e descansar com as lembranças da beleza de uma gozada gostosa.

Chequei muito tarde, mais como todo viciado em facebook logo abri minha pagina, entrei e logo vi um convite diferente, e ao ver a foto não tive duvidas, era aquele negro simpático da casa da minha amiga, aceitei e vi que ele estava online e logo a me chamar, atendi ao bate papo e ali começamos a conversar, seu nome era Sandro

Volto relatar que morenos ou negros não era minha preferencia sexual e deixo bem claro que não por preconceito, e sim por gosto mesmo, mais o papo com o rapaz era de boa, ele muito atencioso e logo começou a fazer perguntas se tinha namorada e tal, disse que não era minha praia, ele ria e tal, e dizia que não parecia que eu era homossexual, rimos ao mesmo tempo, ele começou a se aproveitar do papo e me elogiar, em si não era meu alvo de momento, mais o papo seguia e já era mais de uma e meia da madrugada e se conhecíamos.

Depois de certo papo perguntei se ele já havia ficado com homem, ele dizia que já sim, mais só foi sexo e tal, nada de algo mais carinhoso e pagável, mais que nunca havia se importado com isso, pois pegava bastante mulher, mais havia dito que já teve algumas experiências.

Já era quase três da madrugada e nosso papo ia aumentando até que fomos dormir, na esperança de se encontrar pessoalmente no outro dia, em si nunca pensei em sair com este estilo de homem, mais ele parecia especial tinha umas conversas que me agradava, parecia me entender e me compreender, e eu aceitei e no outro dia à noite numa praça da cidade.

No dia seguinte era exatamente oito horas da noite, um calor abençoado e eu ali, de bermuda, camiseta verde e um chinelo a esperar, logo Sandro aparecia, de regata a deixar amostra a beleza de seus braços e um peitoral definido, coxas grossas e um perfume que me agradava, aquele moreno me cumprimentava e em um abraço sentamos naquele banco de praça e começamos e conversar sobre a vida, ele me convidava pra ir tomar um sorvete, aceitei e fomos logo a algumas quadras dali.

Ficamos horas a conversar ate que o papo de sexo reinava nas conversas, ele parecia curioso e me dizia coisas inteligentes, ele era realmente um homem, não aquele garoto que apenas eu utilizava pra sexo, me impressionava e ali resolvemos terminar o sorvete na tal praça.

O relógio não parava e era mais de nove e trinta da noite, ele então pegando na minha mão, me fazia perguntas e eu já ficava tremulo, não esperava aquela reação dele, logo eu me sentia diferente, meu coração acelerava e minha respiração estava mais ofegante, aquele homem, de 28 anos, corpo malhado me fazia sentir-se diferente.

Eu continuava a sentir sua mão a minha, suava mais ainda e assim num escuro, perto de umas arvores aquele cara me chamava a atenção, me pegava pelo braço e logo dizia que estava ali pra fazer o que estávamos afim, e logo me lascava um beijo, me fazendo sentir o gosto de seus lábios.

Nossa!!! Era um beijar gostoso, lábios carnudos e um cheiro de perfume ousado, minhas mãos tocava em seus braços que eram realmente fortes, aquele momento eu parecia estar nas nuvens, nunca senti tamanha vontade e prazer, nunca havia tido uma sensação de extremo prazer e meu corpo era tocado, acariciado e meus lábios se tornava alvo de um delicioso beijar.

Aquele negro, forte, cheiroso e muito gostoso me conduzia a uma viagem nunca antes sentida, me levava ao sexo, me levava a perdição de momentos em uma pegada, eu perdia a noção e parecia não saber onde eu estava, apenas queria sentir aqueles carinho, aquela situação.

Olhando em meus olhos em uma cena de novela, ele dizia rindo que eu beijava muito bem, assim eu continuava com a perna tremula a não entender nada, ele parecia um típico homem hétero, mais demonstrava naquele beijo um rapaz sensível, que apenas de uma estrutura corporal tinha um olhar e um beijo doce.

O convite dele era pior que o momento a me constranger, ele me convidava pra ir a sua casa, umas quadras dali, meio com receio acabei aceitando e em outro beijo fomos um ao lado do outro como típicos homens héteros, como se nada tivesse acontecido.

Chegamos a sua casa, ele trancando a porta a me assustar, me pegando pelo braço me trazia em direção ao seu corpo, não deu tempo de falar nada, ele logo me beijava me dizia que eu era uma delicia e aquele corpo negro, aqueles braços fortes eram brindes de um sexo que passava a desejar, o volume que se formava rapidamente na sua bermuda a encontrar em mim me assustava, mais seus beijos e caricias me fazia relaxar.

Levando-me em direção ao seu quarto, onde sua cama box reinava, me jogando naquele momento eu sentia e retirava dele o peso daquelas roupas, as minhas logo também já não se fazia presente e ali era eu e seu corpo, eu e seu sexo, éramos nos e começar a se conhecer mais intimamente.

Aquela pica enorme me fazia ficar surpreso e num quarto com a luz apenas do vulto da porta me fazia olhar aquela tora enorme, era uma pica de tamanho e grossura a impressionar, era algo que chamava atenção do meu sexo, nunca tinha ficado com homens negros e nunca tinha visto tamanha pica, mais muito, além disto, era seu jeito de me tratar, Sandro era muito carinhoso, realmente sabia conduzir uma transa.

Levava-me no extasse do prazer, logo minha mãos estava perdida naquele corpo, estava totalmente perdida naquela cena, era sua pica que a enchia e mal cabia, era seus braços fortes e seu peitoral malhado, era suas coxas ao prazer e seus beijos molhados.

Sandro era muito bom, muito gostoso e logo meu anelzinho queria dar e sentir seu sexo, logo pedia pra ele me comer, rindo e em beijos ele me pedia calma, e pegando na minha rola ele pagava um boquete pra mim, era muito gostoso, tinha eu deitado numa cama a ter um negão a me chupar, sua boca parecia viajar na minha rola e minha mente em seus atributos.

Sua língua acariciava a cabeça da minha pica, enquanto minhas bolas eram massageadas por sua pegada, assim eu gemia, nunca havia sentido tamanho prazer, até que logo me beijando ele parecia querer introduzir seu volume em mim, eu estava tremulo, mais com muita vontade, ali minhas pernas eram abertas, e meus pés apoiados em seu peitoral, em beijos sentia o lambuzar de sua rola e aquela coisa grossa a começar a ser introduzida, sentia muita dor, mais também um prazer sem igual, era algo que me fazia se reconhecer.

Sandro começava a afundar com muito carinho e cuidado aquela geba enorme dentro de mim, sua pica deslizava gostosamente em meu anelzinho e meu cu parecia ser arrombado, parecia estar sendo estourados e eu a suar e gemer, era gostoso em misto de um beijo ou outro sentir aquela coisa enorme a afundar dentro de mim.

Em minutos a dor passava e eu estava ali, naquela cama gostosa com a pica de um negão a me abrir todo, era algo delicioso, sua pica e seu começar remexer me fazia curtir, eu com minhas mãos navegava em seu corpo gostoso, sentias seu perfume e seu sexo que começava a acelerar, era gostos demais aquele homem, era uma delicia sentir o cheiro e a pegada de uma rola negra era ousado me entregar a aquele homem que nunca antes desejei, mais havia se entregado.

Ele metia com vontade, minha bunda parecia aberta, sentia por dentro as veias no ânus ser forçadas, mais também meu corpo se arrepiava de tanto prazer, era gotoso demais ter tudo aquilo, sentir a pegada de um vai e vem prazeroso.

Hummmmmmmmmm!!!!!! era uma sensação da liberdade, minha pica estava se manifestando sozinha e com tudo aquilo eu gozava sem ao menos tocar na minha pica, apenas com o prazer de ser enrabado, por minutos era aquela sensação.

Ter um homem daquele, forte, bonito em cima de mim me fazendo de mulher, eu gemia, perdia o controle do sexo, perdia o controle das minhas vontades, era um cheiro de suor e sexo, era um beijo de lábios carnudos e caricias que nunca acabava.

Corpo a corpo, momentos e um só desejo, um só sentimento, e dois homens a transar loucamente, assim éramo-nos, em uma transa louca, uma pegada firme e um sexo violento, assim aquele negro me fodia com sua pica grossa e gostosa, assim meu cuzinho parecia dilatado a cada estocada, e eu a gemer, feito louco curtia seu meter ousado e nosso gemer.

Suávamos num sexo prazeroso, assim ele me pedia pra ficar de quatro na cama, eu obedecia e curtia, era um sexo violento, uma pica que sem pudor entrava em meu cu e me fazia sentir o arder de cada centímetro, era aquela delicia de negro em cima de mim, mordendo minha orelha e fudendo meu buraquinho.
Meu cu parecia estourado, meu sexo estava ali exposto àquela geba gostosa.

Eu aguentava com vontade, gemia muito, mais curtia cada sensação de se comido por um macho feito aquele, era eu ali de quatro a ser arrombado por uma deliciosa rola negra e gostosa, pica esta que alargava meu anelzinho.

Aquele negro sabia como conduzir um viadinho e loucura, era o prazer do prazer, o sexo realmente bem feito e bem gostoso, eu curtia cada meter, cada arrombar e o gosto de uma pica preta me fazia ficar louco de excitação, meu cuzinho piscava, eu mordia aquela pica com meu cuzinho, ele gemia e suávamos de tanto meter, sua pegada forte e seus dizeres no meu ouvido, me chamando de cadela e socando ate o fundo me levava a loucura, ao extremo.

Nunca havia tido um sexo tão pegado, tão gostoso como aquele, era um imaginar tenso, uma foda gostoso e um corpo nunca antes sentido, ele parecia ter muito folego, queria mesmo me fazer desistir, e eu mantinha firme e aguentava sem medo de fazê-lo gozar.

Aquele negro roludo me dava um banho de pica, de quatro, de lado e todas as posições eu levava com orgulho aquela geba na bunda, sentia-me tremulo, mas desejado, beijado e lambido, era eu com o cu todo molhado e gostosamente arrombado, desejando que ele despejasse todo seu leite na minha bunda.

Aquele homem estava me fazendo suor na sua torra, e ali ele me puxava, me colocava em pé diante da parede e de bunda empinada destinava sua torra gostoso dentro de mim, enquanto eu rebolando sentia seu beijo, seu cheiro de suor e sua pica de movimentando dentro de mim, era realmente o prazer do prazer.

Ali sendo enrabado gostosamente por aquele macho, em si eu também batia uma deliciosa punheta enquanto recebia no meu cuzinho aquela deliciosa rola, ele metia, me segurando me fazia sentir aberto, e com meus desejos realizados, mais eu queria mais, queria mesmo é sentir seu gozar gostoso e assim o pedi pra ele deitar naquela cama, e eu estaria ali prestes a sentia gostoso naquela rola.

Aquele negro lindo estava deitado, a visão de seu corpo, de seu suor e aquela pica apontada para o teto me fazia sentir ainda mais desejo em ser arrombado por aquele homem, até que ali diante daquela pica eu dei uma lambida, suguei por minutos e logo me coloquei de pé vindo a sentar5 com vontade, sentia o rasgar da minha bunda, o entrar gostoso daquela geba e sentia ainda o prazer em fazer movimentos.

Eu estava sentado gostosamente e rebolando firme e forte numa pica negra, gostoso e que eu queria sentir o leite a ser derramado, era um nexo de prazer e sexo, era algo que me fazia ousar, mesmo com as dores nas pernas eu rebolava feito louco, subia e descia tendo tudo aquilo me abrindo com vontade, e ele a gemer, enquanto minhas mãos navegavam em seu peitoral, sua pica me conduzia ao auge.

Aquele sobe e desce foi acerando, até que eu queria sentir mesmo ele gozar gostoso, em caricias ele aumentava o gemer e eu sentia sua vontade de derramar aquele leitinho gostoso, acelerei e ele parecia um louco a não conseguir se controlar, até que cada meter era feito com uma velocidade o fazendo em segundos não resistir e a gozar, ele então me segurava pelo braço e eu ainda rebolando sentia jatos quentes de sua porra escorrer, e eu continuava a rebolar, fazer meu cuzinho se melecar internamente, sem medo e com vontade, queria cada gota no meu buraquinho.

Aquele comedor parecia exausto, mais mesmo assim tinha se esvaziado, aquela rola nunca tinha sido tão judiada, e eu prazerosamente estava ali sentindo cada milímetro daquela geba, estava ali dando carinho e recebendo em beijos o sentimento de uma foda, de um momento.

Aquela transa me deixou realmente cansado, mais satisfeito com tudo, ele era uma elicia e ter uma pica negra despejando aquela porra gostosa dentro de mim era muito bom, sem contar que era uma experiência prazerosa, nunca havia ficado com um negro, mais a experiência era muito boa, prazerosa.

Eu curtia aquele momento, sentia cada tocar, beijo e carinho feito por aquele homem, e logo seria apenas mais uma situação, mais um homem na minha lista, mais a vida escreveria se fosse necessário ou além.
Ali ficamos por momentos conversando, se conhecendo e era uma cena a romântica, onde juntos, abraçados na cama em beijos e situações, parecia típica a várias outras situação que já tive, mais ele era diferente, tinha um jeito especial, um carisma legal e eu curtia estar ali ao lado dele.

Logo caímos à noite, dormir em sua casa não era o planejado, mais ser acordado com lanche da manhã pronto era diferente, nunca tive situações que me levasse a ter um sentimento tão bacana, ele me acordava com café da manhã na cama e em beijos, eu me derretia e parecia estar encantado, vivendo um especial momento.

Chequei a conclusão que todos meus relacionamentos eram passageiros pelo medo de me entregar, de se deixar levar e se esquecer de momentos como aquele que acontecia ali, Sandro demonstrava que muito antes do lado sexual existia respeito por mim e curtia cada situação, eu me entendia e aprendia com tudo aquilo e me respeitar como pessoa e se valorizar como ser humano.

Ali naquela cama acordava outro rapaz, onde via a vida com leveza, com carinho e respeito por aquele homem que me servia, e não somente era usado e me servia como objeto sexual, assim a vida me ensinava e logo depois de toda uma situação eu já em casa recebia mensagens de Sandro, e não demorou muito pra vir cesta café da manhã e um pedido de namoro.

Ao leitor digo que sim, estar ao lado de uma pessoa que te leva a entender o sexo como relacionamento e não somente como ação me faz mito feliz, e estar ao lado de Sandro era muito bom, ele me ensinava e me surpreendia a cada dia em gestos e sentimentos, aprendemos a nos superar na medida em que a vida escrevia nossos caminhos.

#Fim
Autor: Danyel

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