Especial – (Incesto) Réveillon – Rompendo ânus com o meu Filho

Este conto é a conclusão da história da postagem INCESTCEIA DE NATAL_COMI MEU PAPAI/NOEL.





Desta
vez, leremos os acontecimentos na visão do Sr. Olavo, um coroa
espirituoso, mas, que também enfrenta o mesmo dilema que agora
compartilha com o filho, porém, com uma perspectiva mais sarcástica da
vida.

Apesar de seu filho Otávio ter herdado uma forma reflexiva
de se expressar, Olavo nos apresenta melhor as suas ideias e não encara
as dificuldades, tabus e dilemas psicológicos com o fatalismo que o seu
filho costuma carregar. Aos bons frutos da experiência, Olavo cumpre bem
essa tarefa.

Este conto testa novos conceitos e espero que
comentem se gostaram de algo além da leitura erótica. Humor ou drama
foram inseridos pensados na qualidade do conto.

O diálogo final é mais ou menos da forma como as pessoas que serviram de base para os personagens agem na vida real.
Uma homenagem secreta[editado]
Já que estou tocando neste assunto ao adaptar este conto para esse site, tomei coragem e farei uma confissão pessoal:
A
mente ou a personalidade do seu Olavo e a forma como pende para a
sacanagem, são como espelhos do jeito de pensar e agir do meu tio. Houve
uma ocasião em que conversávamos sobre assuntos relacionados a
aventuras sexuais, ele se lembrou de uma foda a três que aconteceu entre
ele, uma puta e seu enteado.

Ele me contou em segredo que o meu primo,
no calor da transa com a mulher, bateu uma punheta para ele e que depois
ficou todo preocupado e angustiado com o desenrolar da situação. Pela
forma descomplicada, sem pudor, de como me contava sobre esse assunto,
certamente, influenciou meus pensamentos. Não notei nenhum tratamento
estranho ou desrespeitoso (apesar de se xingarem na hora da zoeira)
entre meu tio e seu enteado, depois disso. Eles parecem se relacionar
bem e estão sempre acima de quaisquer suspeitas homo ou bissexuais… A
fantasia em torno dessas datas comemorativas é justificada pelo fato de
que só encontramos com aquele tio safado nas reuniões de final de ano.
Isso foi o fermento para o crescimento desse conto. Claro que o Otávio
da história não poderia ser diferente, e de certa forma, lembra o meu
primo. Imagino que tenha acontecido algo a mais entre os dois naquele
motel barato, muito além da punhetinha “incestuosa” que ele deixou
escapar, mas isso é aquele tipo de história que não me deixariam
saberOlá meu nome é Olavo, tenho 57 anos, sou casado há 32 anos, sou avô
de cinco netos e nem penso em omitir essas informações de vocês
leitores desse site, porque simplesmente não posso!

Não que eu não
queira, mas, lendo a postagem (não por acaso) que se intitula
INCESTCEIA DE NATAL_COMI MEU PAPAI/NOEL*, descobri que o puto do meu
filho revelou o nosso maior segredo na internet! Depois de nossas
intensas experiências, de fato, causadora de certa perturbação
pós-traumática, resolvi “pesquisar” sobre o assunto e descubro que eu
não era o único a ter a mesma idéia!

Andava meio que me sentindo
culpado, um verdadeiro deturpador dos conceitos familiares até que vi
que outros homens postavam suas experiências em relatos super excitantes
e alguns postavam muitas fotos e contavam como se liberavam do peso do
tabu que é este assunto.

Senti-me confortado. Um pouco. Meu filho,
aquele projeto de sêmem com pernas que postou tudo aqui revelando
nossos nomes, descrições físicas, emoções, localizações e até as minhas
frases na hora do sexo (Que vergonha!) havia encontrado a sua forma de
superar o ocorrido confiando-vos a leitura de nosso pecado.

Por um
acaso, na semana passada, fuçando na internet sobre incesto, aprendendo
alguma coisa sobre espartanos e efebos, bebendo do conteúdo dos blogs,
deparo-me com toda a cena de nosso sexo completamente descrita!

Entrei em desespero. Pânico. Vontade de esganar o Maldito!
Peguei
o telefone e xinguei uns palavrões pra ele! Eleanor, minha esposa, não
entendeu nada! Não me via brigar assim com ele desde que ele era um
adolescente rebelde, segundo ela. Lógico que na conversa pelo telefone,
fiquei “pisando em ovos” com medo de que minha esposa suspeitasse de
algo.

Após ele desligar o telefone na minha cara umas duas vezes
seguidas, ele finalmente atendeu falando que não acreditava mais em
Papai Noel e que já havia superado essa fase!

Eu precisei
abandonar a fúria para pensar no que ele estava falando. Um estalo de
lembrança depois, eu saquei do que se tratava. Ele estava usando o meu
discurso da noite de natal do ano passado contra mim. Não sabia mais se
aquela atitude que expôs tudo na internet era apenas desabafo.
Interpretei que se tratava mesmo de uma afronta, um protesto.

Bem,
leitor, você que acompanhou a história não viu o desfecho dela do que
me aconteceu de verdade. Deveria haver um replay para um pouco antes,
durante e após a ceia do Natal! Mas… Veja o final na minha versão.
Entenda-me bem: eu não mudaria nada da história que já foi revelada a
vocês. E eu a confirmo. Tudo o que ele já escreveu aqui, é, foi e será
isso mesmo. Nu e cru. Mas como vocês se lembram, ou apenas sabem, meu
filho e eu nos beijamos no chuveiro durante um bom tempo após termos
praticado um incesto. Senti que apesar de tudo, aquele momento era
necessário e nos tranqüilizou. Foi a forma de dizer que ainda estava
tudo bem entre nós, pai e filho.

Após eu tomar meu banho (pela
segunda vez) tive que dar um jeito de limpar a sujeira com ele e lavar
minha calça de papai Noel que estava toda melada…

Meu filho
tentou superar o episódio se esforçando para que eu acreditasse que
estava tudo bem e comentava que as crianças estavam esperando o papai
Noel e que eu não poderia decepcioná-los.

Voltamos para a
festividade e tudo rolou conforme o esperado: a surpresa das crianças, a
entrega dos presentes (Feita pelo papai Noel aqui) a ceia e tudo mais.
Porém, eu estava evitando abraçar demais o povo devido o meu pau
insistir em ficar duro toda vez que eu via meu filho, mesmo ele estando
no canto dele, cabisbaixo. Dava uma tristeza, mas ao mesmo tempo, não
conseguia parar de pensar no que havia-nos acontecido naquele curto
tempo de horas antes. E as horas foram passando, e após retirarmos a
mesa da ceia e desmontarmos a festa, na alta madrugada, vi a esposa de
meu filho conversando com ele no canto da varanda da casa deles. Ele
abraçava a esposa, encostando o ouvido em seu peito e chorava muito. Os
filhos dele vieram em seguida e ficaram todos abraçados e chorando por
um tempo. Que cena horrível. Senti-me um monstro. Havia destruído a
família dele.

Uma de minhas filhas se aproximou de mim e me
perguntou o que se passava com Otávio. Eu, com lágrimas nos olhos, pedi
apenas que ela deixasse todos dali em paz. Amanheceu e assim que o sol
saiu, peguei Eleanor com o meu carro e parti. Agüentei o falatório da
minha esposa no meu ouvido falando que eu era um insensível, que não
havia me preocupado em saber o que havia acontecido com o Otávio, que
ela não pôde nem pedir desculpas para Ângela direito e blá, blá, blá…
Resultado: Minha mulher ficou me negando a buceta dela por uma semana! O
ano novo estava se aproximando e os comentários do natal ainda estavam
lá em casa!

Eleanor no telefone me difamava para minhas filhas e
colocava a culpa delas terem saído antes do almoço de domingo na casa do
Otávio em mim. Falava que eu era o responsável por “desanimar” (Ora,
vejam essa!) o espírito do natal em família!

É isso aí mulher! Já não bastava eu levar o meu fardo secreto, agora eu era o “Grinch” do Natal!
Um orgulho invadiu o meu peito e decidi não dar mais o meu braço a torcer.
Continuei fingindo que nada havia acontecido comigo e Otávio e passei a ignorar minha esposa também.
Otávio,
pelo jeito me ignorou também, já que não ligou nenhuma vez para minha
casa para saber como eu me sentia. Tudo bem! Bancaria o velho rabugento
numa boa! Ficamos nesse impasse até que minha mulher resolve avisar que
uma de nossas filhas ligou e disse que desistiu de fazer a ceia de ano
novo na casa dela. Ela e o marido resolveram passar o ano novo na praia e
através de um amigo, alugaram (milagrosamente) de última hora, uma casa
perto da praia para verem os fogos de artifícios e os shows que teriam
por lá. Toda a família foi convidada. Cabiam todos lá. O cenário da ceia
havia mudado, desta vez, para a beira do mar.

E por falar em
mudança, Eleanor quebrou o gelo, ao subitamente, se ‘auto descongelar’,
fazendo careta de pedinte, toda carinhosa… Já sabia que o que ela
queria é que fôssemos para lá e para isso precisava de uma coisa do
homem que toda mulher gosta de ter bem segura em suas mãos. Não! Não é
um pinto. Você sabe… É o cartão de crédito! Apesar do meu iminente
assalto, pensei por uns instantes e percebi que aquela era uma boa
oportunidade para rever o meu filho e finalmente poder conversar com ele
de igual para igual e tentar remediar a situação…

Eis que do
nada, a campainha toca. – Quem será?- Tentei adivinhar. Eu e Eleanor
moramos em um apartamento e em todos os casos, o porteiro usa o
interfone avisando sobre quem está subindo para nos visitar.

Ao
abrir a porta: – Vovó, Vovô, Surpresa!- Gritam meus netos (Ainda que com
aquela voz de esquilo falante e trocando ou faltando as letras)
Vinícius e Larissa! Ah! Sim! Eram Ângela e Otávio vindo nos visitar na
véspera do ano novo! Puxa, meu coração bateu mais forte. Respirei fundo e
soltei o ar aliviado. Eu estava muito feliz com a correria dos meus
netos pela casa (normalmente eu estaria instintivamente mandando-os
parar de fazer isso) e com a chegada do meu filho com um semblante…
Fechado?!? – Que carão é esse Otávio? – resolvi provocar. Otávio nada
respondeu.

Ângela então, falou por ele: – Não esquenta não sogrão,
esse aí, desde o Natal, tá igual a um cachorro com dor de dentes! Só
sabe falar sozinho e resmungar pelos cantos o dia todo! Eleanor, para
não perder o ensejo completou: – Não é à toa que são pai e filho! O
Olavo deixou o bom humor de férias também essa semana! Dá o telefone do
seu veterinário para ele se tratar com ele também!

Ambas as mulheres gargalhavam desdenhando da nossa cara… Que coisa divertida…
Fui até a cozinha beber água para suportar tamanha “diversão”.
Antes
que eu resolvesse perguntar o motivo da visita, de minha nora
“humorista”, Eleanor já veio me pedindo o cartão de crédito porque tinha
que correr para a loja mais próxima para comprar roupas para o
Reveillon na praia, e detalhe: Convidou Ângela e as crianças para irem
com ela. E mais outro detalhe: Eu descobri que “nós iríamos sair” (isso
mesmo, do plural de ‘Eu irei sair, sim! E você irá comigo! ’) para a
casa de praia que a minha filha havia alugado, à noite e no carro do
Otávio.

– Mas que cassete! Quem vai sair? Quem pediu para eu ir?
Quem disse que eu vou? Quem mandou o que? No carro de quem?- Antes que
eu pudesse ter a chance de obter as minhas respostas, e argumentar a
minha pirraça, minha esposa, furtivamente, tal qual a um mico ladrão de
mercado Árabe, passou a mão em minha carteira, levando o meu cartão de
crédito e se despedindo pela porta jogando beijinhos…

Eu sentia o
meu rosto pegar fogo de raiva! Talvez até aquela nuvem negra de
tempestade se formaria sobre minha cabeça esfumaçada! Nessa hora, o meu
filho remanescente, muito “aborrecido” (Ahá, sei.), riu-se da situação.
Aquilo mexeu na barreira que estava entre nós. Ele decidiu fingir que me
ignorava, mas, na falta de assunto, era inevitável que nos lembrássemos
da última vez que havíamos ficado juntos (‘Beeem’ juntos, para não
dizer encaixados) e sozinhos…

Ficamos reclamando do calor
daquela tarde, apesar do ar condicionado ligado, de como nossas esposas
eram folgadas, falei de como as crianças haviam crescido (Surtei!
Crescer do natal para o ano novo?)! É… A falta de assunto estava mesmo
uma merda.

Otávio pigarreava, olhava para a janela, fingia que
observava o nada. Liguei a televisão. Não demorou, Otávio sentou-se no
sofá. Não no mesmo que o meu. No outro sofá! Pediu para que lhe jogasse o
controle remoto.

Ficou zapeando os canais, olhando-me
‘atravessado’. Ele, fazendo isso, me evitando o contato, fazia-me sentir
como se eu fosse um tremendo de um repulsivo tarado abusador de
menininhos (e olha que ele tem 27 anos)! Falei em voz alta: – Tá legal,
se você quer ficar de “viadice” comigo…

Ele se estressou rápido: – Quem o senh…Quem VOCÊ TÁ CHAMANDO DE VIADO? Seu…
Eu
levantei a voz com ele também e falei com tom intimidador: – É COM VOCÊ
MESMO SEU VIADO INCUBADO! Sabe que eu não sei que você bem gostou de
mamar nessa piroca aqui? Fica aí cheio de pose… Você lembra?Colocou a
boca aqui igual a… – Otávio me interrompeu bradando: – E EU GOZEI NO
SEU CUZÃO, SUA PORRA DE GAY VELHO! (As coisas estavam ficando feias por
ali e todas as lembranças reprimidas estavam vindo à superfície.) O
mandei calar a boca, mas ele estava muito alterado. Não me ouvia.
Xingava-me muitos palavrões. Lembrei-me dos vizinhos. Parti pra cima
dele e tapei a boca dele. Ele ameaçou me bater. Agarrei-o por trás e
dei-lhe um “mata-leão”. Ele se surpreendeu com minha força e bateu com a
mão na parede como se fosse ao chão do tatame declarando sua rendição.
Larguei-o no tapete da sala, ele recuperou o fôlego e começou a rir. Rir
sem parar. -Você quase me matou seu… seu bicha! – Gritou sufocado
dessa vez pelas gargalhadas.

Não tive como resistir, apesar de
tentar conter o meu riso e parar em frente à porta mostrando
superioridade no controle daquela situação inesperada. Quando fui
proferir a minha primeira frase, já não conseguia mais me segurar da
vontade de rir e passamos longos minutos rindo um da cara do outro.

O
assunto entre nós voltou à tona e pudemos viver um déja vu da tarde da
véspera de natal da semana passada… Ele estava curioso, queria saber
onde eu havia aprendido a fazer aquilo e eu estava disposto a contar-lhe
nos mínimos detalhes. Falei dos tempos em que eu era adolescente e saía
em brigas escolares caçando confusão; contei-lhe sobre a boa época das
academias, do surgimento do Jiu-jitsu no Brasil, dos treinos e flertes
com outras artes marcias. Lógico que uma coisa assim você não esconde do
seu filho, mas, Eleanor (paranóica), achava Tavinho desde pequeno um
menino muito agressivo, e me proibiu incentivá-lo a lutar, pois isto
agravaria as coisas e influenciaria em sua personalidade. O que eu acho?
Besteira a dela! E eu sabia desde o início, mas para ter paz em casa e
poder foder uma boa buceta, eu aceitei omitir essa informação do meu
filho durante muito tempo. Ah! Vá! O importante é que sobrevivi. Se bem
que era difícil manter minha promessa, a vontade de me gabar da época em
que eu treinava era bem forte! Principalmente quando eu via o meu
garoto ganhando um troféu atrás do outro em algumas modalidades
esportivas na escola…

Pra falar a verdade, eu quase não dedicava
tempo para conversar sobre o meu passado com ele. E aquele momento,
após todo o ocorrido entre a gente era indispensável. A tarde passou
depressa. Esquecemos por um momento de pensar em sacanagem. Não que a
vontade não viesse à mente, mas, era tanto assunto para pôr em dia!
Descobri que ele já havia sido perfurado com um canivete em uma briga
por causa de uma menina e que eu nunca desconfiaria que fosse sobrinha
da minha ex-namorada.

Mostrou-me também alguma das suas cicatrizes.
Soube das mentiras que ele já contou para mim e para mãe dele para correr perigo nessas aventuras suicidas de jovens…
Infelizmente,
Eleanor, Ângela e as crianças já estavam de volta as 17 e pouquinho da
tarde. Estavam desesperadas, incrivelmente, muito mais desesperadas que
eu que havia sido lesado financeiramente por elas! Elas viram o trânsito
que estava lá fora e temeram romper o ano novo na estrada dentro do
carro, por isso, começaram a nos apressar e dar ordens para nos arrumar,
comer alguma coisa e pôr o carro na pista…

Meu filho olhou para
mim e deu uma risada maliciosa e disse que já estava pronto; Afinal,
quem precisava se arrumar tanto para olhar pra cara dos mesmos parentes
na beira da praia? A esposa dele que estava dando banho nas crianças
ricocheteou do banheiro: – Eu ouvi isso! Trata de se arrumar que eu não
quero ninguém andando todo “mulambo” do meu lado… E ele: – Amor, pra
praia eu só preciso de uma “sunguinha”, se você quiser, eu vou peladinho
pra lá! Esperei para ver a reação de Ângela que pegou alguma coisa pra
jogar no Otávio. -VAI SE ARRUMAR! -Gritou histérica para ele. Otávio
debochava da situação. É… Meu filho estava de volta. Tão irritante
como deveria ser. Otávio saiu pela porta e foi chamar um elevador. Ele
me disse:- Pai avisa que vou fazer um check up no carro e que vou ficar
esperando vocês lá em baixo. Se apressem para a gente ir sem muito
engarrafamento. Repassei o recado e avisei a Eleanor que não estava com
vontade de ir com eles. Eu esperava dela um “ataque de pâncreas”,
falando sobre a minha obrigação de ir junto com eles, afinal, eu estava
apenas fazendo um charminho pelos dias de gelo que recebi… Mas para
minha surpresa, ela apenas consentiu: – Tá bem. Já convidei meu irmão.
Agora ele pode ir conosco no carro, em seu lugar. Podem me chamar de
mimado, mas, não suporto ser trocado pelo irmão solteirão da Eleanor. Se
vocês conhecessem o ‘mala’ que o cara é, vocês me dariam medalha pela
paciência que eu tenho com ele. Feliz, aceitei a forma como deveria
passar o meu Reveillon: Em casa, sozinho, de “bico seco”, vendo show da
virada pela ‘Globo’, mas livre daquele ‘mala’ infeliz. Meus pêsames para
quem o levasse junto!

O tempo foi passando e já eram quase 8
horas da noite e eles ainda não haviam saído do estacionamento. Alguma
coisa certamente estava acontecendo lá em baixo, mas, como resolveram me
substituir, não estava nem aí para eles. Fui para o meu quarto, tomei o
meu banho, coloquei meu shorts de dormir porque estava calor, esquentei
o meu rango no forno de microondas e fui tirar uma boa soneca para
aproveitar o silêncio da noite antes da barulheira que os vizinhos do
condomínio iriam fazer ao comemorarem o romper da meia-noite para mais
um ano.

Com a mente mais leve devido aos momentos que passei com
meu filho, eu pude descansar. Apaguei. Dormi legal e dormi
profundamente, pois, ao despertar do meu sono, o relógio que fica na
cabeceira de minha cama já marcava 23h24min. -Que sono pesado! -Ouvi
alguém falar de dentro do meu quarto. Num lampejo instantâneo, num
susto, recobrei a consciência de onde eu estava e lembrei-me da
situação. Para minha surpresa, eu estava sem o meu short, completamente
nu e com o rego de minha bunda todo molhado, viscoso… De frente para
mim, reconhecendo-o pela silhueta na escuridão do meu quarto, sentado em
uma cadeira, próximo à beirada da minha cama, estava meu filho…
Otávio! Certamente o sacana aproveitador do meu corpo e lambedor da
minha bunda. Como? Achei que estava sonhando ou ficando maluco! Se ele
estava ali, então os outros também estavam! Sentei-me na cama procurando
algo para me tapar ou vestir. Antes que eu pudesse me inquietar mais,
meu filho explica tudo rapidamente: – Calmo aí pai! Estamos sozinhos! O
tio Duarte levou todos eles para a casa de praia! Eu resolvi ficar aqui
com o senhor, porque eu tenho algo para lhe falar! – Mas, Otávio, e a
sua esposa? Ela vai ficar chateada… – Lembrei-o com certa preocupação.
– Ela já está chateada, mas não tanto quanto eu! Quando eu vi o chato
do meu tio Duarte chegando com as suas malas, como se fosse viajar para
Londres, entendi o motivo de você não querer ir conosco… Mas, eu estou
aqui!

Otávio se levantou, abriu a cortina da janela do meu quarto
que dá de vista para alguns pequenos montes, e me deixou contemplar o
seu belo corpo nu sendo refletido e modelado pela intensa luz da lua
sobre a silhueta que se formava entre as cortinas! O meu filho, se vocês
não sabem, tem uns olhos claros, (cor-de-mel diriam alguns) e um cabelo
castanho claro que a mãe dele (que tem descendência italiana) insiste
em dizer que é loiro escuro. Seu corpo, atualmente é bem definido com
uma massa corporal bem distribuída especialmente na parte das coxas e
também na bunda. E que bunda redondinha ele tem! Ela é toda coberta por
uns pêlos dourados, bem ralinhos, na cor dos pentelhos do saco dele que
são nitidamente loiros! Ele olhava para fora da janela, enquanto
começava a se alisar na minha frente e passar a mão por todo o corpo.
Aquilo estava me seduzindo, me chamando para perto dele. Ele continua se
esfregando e desta vez resolve estacionar ambas as mãos nas “popinhas
das nádegas”. Ele olha fixamente, para mim, certificando-se de que eu
estou atentamente observando seu corpo e escancara a bunda separando-a
ao meio, me revelando o seu belo furinho retal. Que buraquinho virgem
era aquele? Lisinho, profundo, redondinho e brilhoso. Parecia um
trabalho feito em cera. Meu pau estava duro feito uma rocha! Eu me
levantei e fiquei frente a frente com meu filho em uma cena digna de
filme! Nós dois, de perfil para a janela apontávamos nossos caralhos
grossos de sangue das veias pulsantes em direção ao umbigo um do outro.
Fomos aos poucos, aproximando-nos lentamente um do outro até colarmos
nossos corpos e encostar nossos caralhos. Eu segurei o corpo dos dois
instrumentos de prazer com as minhas duas mãos e meu filho segurou as
nossas glandes pouco lubrificadas com a mão direita. Tocamos uma punheta
dupla por alguns momentos e eu via os olhos do meu filho se revirarem
enquanto ele gemia baixinho para mim. As mãos dele já estavam melando
devido à baba que já revestia as nossas pirocas.

Eu o beijei
levemente. Ele retribuiu o beijo. Eu passei a língua sobre os lábios e o
queixo dele e fui descendo e percorrendo com a língua o corpo quente
dele, a começar pelo pescoço, chupando-lhe o pomo-de-adão e continuando
até os mamilos.

Não demorou muito e eu já estava com a língua
próxima ao umbigo dele. Pude ver de perto toda aquela floresta de
pentelhos loiros diante do meu rosto e por um instante, deixei que ele
segurasse a pica em direção à minha boca. Lambi da mesma maneira que ele
fez comigo anteriormente, explorei o buraquinho da sua uretra com a
língua e senti o sabor cítrico-açucarado do seu lubrificante seminal.
Lambi-lhe as bolas que estavam bem juntas, volumosas, com o escroto bem
cheio, macio. Lambi-lhe as bolas até a região do períneo e segurei firme
em sua pica. Senti que ele estava a ponto gozar. Tive receio de que ao
chupar seu pênis, pudesse acabar precocemente, com o tesão daquele
momento. Larguei-o e deixei-o respirar. Pedi para que se deitasse na
cama, pois queria passar a língua em seu cuzinho.

Ele acendeu a
lâmpada do abajur, deixou o seu telefone celular que estava no chão com
suas roupas, sobre a mesinha e se deitou. Eu engatinhei na cama sobre
ele a fim de me aproximar de suas pernas. Para minha surpresa, meu filho
resolve ser mais ousado e similar a um contorcionista, dobra o seu
corpo ao meio lançando suas pernas para trás do pescoço e ficando com o
cu literalmente pra cima! Que visão! Que bunda irresistível! O safado
vendo minha excitação resolve me provocar: – Aí, coroa, quero ver com
essa sua barriga você iria conseguir fazer isso aqui!

Otávio
tentava fazer uma auto felação e com um pouco mais de esforço, conseguiu
prender a própria glande com a boca sugando-a levemente. Eu, explodindo
de tesão, evitava tocar no meu pênis para não ejacular. Brinquei com a
iniciativa dele e falei que ele experimentava a própria porra de vez em
quando. Ele me perguntou ironicamente: – Qual o homem que nunca fez
isso? Não me ative a respondê-lo, pois, seu cuzinho me hipnotizava. Eu
molhei o meu dedo indicador pondo-o na boca e lubrifiquei o cuzinho de
Otávio passando a contornar o anelzinho cheiroso dele com um pouquinho
de minha baba. Eu estava instigando Otávio a me dar uma ordem.

Quando eu enfiei a ponta do meu dedo no esfíncter dele, ele enfim, me autorizou dizendo:- Chupa esse meu cu pai canalha!
Eu
senti de perto o cheirinho do botão rosado do meu filho. Toda vez que
me lembro disso, um cheirinho de nozes é o que me vem à mente! Lambuzei
aquele buraco com muito cuspe, para em seguida trazer todos os seus
bagos para perto do cu e abocanhar, estando ele ainda naquela posição, a
cabeça daquele caralho melado! Eu chupava e acompanhava o movimento do
seu cuzinho que se contraía a cada boa sugada. Otávio pediu-me um 69. Eu
me deitei e ele por cima de mim, chupou pela segunda vez a minha rola.
Eu retribuía a sua chupada com mais intensidade!

Até que ele
disse: – Espera pai! Eu estou pronto! – Saiu de cima de mim e ficou de
pé na cama. Subitamente, o telefone de Otávio toca!

Eu não sabia o
que fazer e nem imaginava o que ele iria fazer. Otávio, para minha
surpresa, pega o celular sobre a mesa e atende à sua chamada colocando-o
no modo viva-voz! Não entendi nada.

Era Ângela que ligava se
desculpando com ele, procurando fazer as pazes e falava em meio a muito
barulho que eu deduzia ser do show que acontecia na praia onde eles
estavam. Ângela falava com Otávio no celular, porém Otávio estava com a
mente voltada para a nossa sacanagem. Com o telefone celular na mão,
voltou a subir na cama. Eu havia permanecido na mesma posição. Otávio,
de pernas abertas sobre mim na cama, começa a descer lentamente em
direção à minha piroca. Ele fez sinal para que eu ficasse em silêncio.
Toda aquela canalhice, pilantragem, me excitou ainda mais. Segurei a
minha pica firmemente na direção do cuzinho de Otávio e encaixei em sua
portinha que estava escorregadia de tanta baba que eu havia despejado
anteriormente por ali. Ângela anuncia a contagem de final de ano pelo
telefone. PUTA QUE PARIU! ERAM 23 E 59! Meu filho ajeitou a bunda e foi
encaixando e gemendo devagar, aproveitando que a esposa não conseguia
ouvir direito devido a barulheira que vinha de onde ela estava!

A contagem se encerra! Otávio agüenta com raça a minha trolha invadindo-lhe o esfíncter!
Ele força a penetração e a introdução passa a ser mais incisiva.
-Uurgh!Aaai! Porra! Que dor! Arrgh!Aaaaff!Urgh!- Um grito ou dois gemidos de dor.
Um cuzinho apertado se alargando…
Um caralho abrindo passagem, quase gozando…
Um ano novo entrando, pedindo também, passagem…
Rompia-se mais um ano.
Rompia-se em minha frente, um ânus.
Por mil trocadilhos!
Era o ânus do meu filho Otávio se rompendo sobre o meu pênis!
Otávio mal conseguia falar de tanta dor e prazer misturados.
Eu sabia muito bem como era a recente sensação e agora sentia o calor gostoso e acolhedor de uma bunda recém-desvirginada.
Ângela empolgada, sem desconfiar do que se passava do outro lado da linha telefônica, gritou: – Feliz ano novo meu amor!
Otávio,
conectado sobre mim, lançou-me um olhar tão profundo que atraiu toda a
minha atenção para si. Com Ângela ainda ao telefone, falou diretamente
para mim em resposta à mulher: – FELIZ ANO NOVO, MEU AMOR. E desligou o
telefone. Com o som dos fogos de artifício pelas redondezas do
apartamento e condomínios e os gritos festivos dos vizinhos e amigos, a
minha porra preenche as entranhas de Otávio explodindo o meu tesão
dentro daquele rabo guloso. Otávio se masturbando freneticamente
confessa-me que deseja grandemente gozar em mim. Eu o faço sair de cima
de mim com dificuldade devido à ardência que sentia e após liberá-lo da
penetração e recobrar o fôlego, com uma voz de satisfação, ordeno-lhe
que goze na minha boca. Otávio se apóia na cabeceira da cama com as duas
mãos e suas pernas ficam sobre o meu tórax. Fecho os olhos e engulo o
máximo que eu posso da pica de meu filho sem engasgar. Imediatamente,
Otávio não se segura e o jato quente, úmido e viscoso se espalha em
minha garganta. É um sabor diferente. Indescritível. Incrível! Um brinde
com leite no ano novo!

Otávio arfante deita-se sobre mim mexendo
em meus cabelos dizendo: Eu te amo pai. Eu te amo mesmo. Obrigado por
você ter sido o meu Noel no Natal, mas, hoje, acho que foi melhor que
qualquer Natal. Hoje, foi especial, porque eu tive um sexo secreto e
maravilhoso só com você. O homem que eu chamo só de meu papai.

Eu
não sabia o que falar. As lágrimas vieram aos olhos, Juntamente com
muitas lembranças. Só pude abraçar meu filho nu e nu beijá-lo sobre os
cabelos e dizer: -Eu também te amo, filho. Também te amo!

Sabe,
após a nossa ficha cair (e caiu só depois de um tempo), vimos que só
viveríamos bem a partir dali se dividíssemos aquele novo dilema
mutuamente. Agora eu era totalmente dependente do meu filho para contar
qualquer coisa e sabia que ele também era. Otávio desabafou comigo e
disse que se sentiu culpado por desta vez ser um canalha a ponto de
mentir mesmo com sua esposa ao telefone. Ele se surpreendeu quando
percebeu o que havia feito.

É… Quem diria, só assim, nessas
horas, que nós descobrimos nossas capacidades!(Ou nossas inclinações)
Pelo menos ele pode dizer que não estava com uma mulher e passar no
detector de mentiras tranqüilo!

Eu, no meu caso, nem pensei na
Eleanor… Ela me abandonou mesmo… Descobri que sou um baita
sem-vergonha e que não tenho vocação para carregar traumas.

Vá!
Não é bem assim. Às vezes batem uns questionamentos, pensamentos presos
nas piores conseqüências, mas, recorro a pessoas como vocês que me
compreendem e que me fazem viver suas aventuras.

Pelo menos, a
amizade minha com o meu filho não se abalou (mesmo depois de tudo que
ele divulgou neste site e principalmente, por me convencer a entrar em
sua maluquice me expondo ainda mais). A nossa amizade ou cumplicidade é
bem diferente agora. Ela mudou, cresceu e se solidificou. Tanto que como
prova do que estou falando, agora neste instante, eu estou escrevendo
no meu laptop a última parte deste conto de dentro do quarto de um hotel
com a plena aprovação de meu filho e com a parte SÓLIDA dele enfiada
agora há pouco, dentro de mim. Tem certas coisas que a gente toma gosto
fácil, fácilPode falar! Depois de mim, isso aqui virou uma saga!
Esperamos que seja o capítulo final no estilo ‘felizes para sempre’ onde
vocês não lerão mais nada a respeito da nossa história tão cedo! Puta
que pariu! Quanta letra neste texto!

-É pai! Chega de escrever!
Deixa espaço para outros, pelo menos, contar de suas experiências, pô!
Os leitores em breve trocarão as retinas de tão gastas por causa dessa
leitura.

-Ou vão fazer essa porra pegar fogo de tanto esfregarem o pau na bronha.Rs).
-Shhh! Silêncio…O pessoal do hotel pode escutar…Só fala merda, linguarudo!).
-Vem cá que vou te mostrar o tamanho da língua…
-Ora, Eu já vi os seus tamanhos e eu posso dizer que já tô cansado de ver!
-Se
você tá cansado de ver eu posso fazer sumir das suas vistas e só
aparecer dentro de você! Vamos descobrir se é verdade mesmo quando dizem
que o que os olhos não vêem o cu não sente…

-Ah! vai tomar no teu cu, pai! No teu! Véio safado da porra!
-Há,há,há,há,há,há,há!



Um conto erótico de


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